
( quem canta: Mercedes Sosa)
Las manos de mi madre son como pájaros en el aire.
Historias de cocina entre sus alas heridas de hambre.
Histórias de cozinha entre suas asas feridas de fome
Las manos de mi madre saben que ocurre por las mañanas
As mãos da minha mãe sabem o que acontece pelas manhãs
Cuando amasa la vida, hornos de barro, pan de esperanza.
Quando amassa a vida, fornos de barro, pão da esperança.
Las manos de mi madre llegan al patio desde temprano
As mãos da minha mãe vão para o quintal desde cedinho
Todo se vuelve fiesta quando ellas vuelan
Tudo se torna uma festa quando elas voam
Junto a otros pájaros
Arde la leña, harina y barro, lo cotidiano se vuelve mágico.
Arde a lenha, farinha e barro, o cotidiano se torna mágico.
Las manos de mi madre me representan un cielo abierto
As mãos da minha mãe me representam um céu aberto
Y un recuerdo añorado trapos calientes en los inviernos.
E uma recordação saudosa, trapos quentes nos invernos
Ellas se brindan cálidas, nobles, sinceras, limpias de todo
Elas se oferecem cálidas, nobres, sinceras, limpas de tudo
¿cómo serán las manos del que las mueve gracias al odio?
Como serão as mãos daquele que as move graças ao ódio?
As mãos que aparecem acima são as mãos da minha mãe Maria Rosa.
Eu ofereço essa homenagem a ela e a suas mãos que carregaram no colo a mim e a mais três irmãos.
A ofereço também a minha avó paterna Dalva (mãe de 10), e a minha avó materna Rosa (mãe de 7, que agora já está enfeitando a eternidade).
A ofereço a todas as mães, avós, madrinhas, tias, madrastas, irmãs, professoras, enfermeiras, amigas... . todas as mulheres que com suas mãos nos trazem carinho, atenção, conforto, segurança.
Todas as mulheres que nos fazem saber o que é o amor, que nos aproximam de Deus.
Todas as mulheres que tornam o cotidiano mágico
Que Deus abençoe a essas mãos!
OLA AMIGA LINDA.
ResponderExcluirNum qualquer dia , em que a mim não me via
Lembrei-me eu de um lençol amassar,
Amassei , engelhei , apertei
fortemente,até me cansar...
De tão cansada eu estar
Para o espelho olhei
Nele me reflecti ... e não gostei
A imagem era a minha
mas aquela não era eu
A fúria havia tomado conta de mim
E eu não era assim
Tratei de as coisas remediar
E o lençol ao espelho colar
Umas tintas fui buscar
E salpiquei até me fartar
Do resultado eu gostei
Estava lindo... pasmei
Desde aquele dia
A mim me adorei
Não me escondi no espelho
Apenas a fúria libertei
Não gosto desse sentir
Assim sendo... a Pintei
Agora apenas e só...
Para a sua beleza
Olharei.
DESEJO UMA SEMANA MARAVILHOSA.
BEIJOS COM CARINHO.
Oi,Jú! minha querida filha! Fiquei muito emocionada com a homenagem. Ela vai ficar para sempre em minhas lembranças. Que deus te abençoe e te canserve sempre assim com essa maravilhosa inspiração "divina". mil beijos, mamãe.
ResponderExcluir